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Caranguejo-uçá: mais de duas mil unidades do crustáceo foram devolvidos à natureza no primeiro período do defeso

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Durante a primeira etapa do defeso do caranguejo-uçá (14 a 19/01), coordenada pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), foram apreendidas mais de duas mil unidades do crustáceo, além de 325 unidades guaiamuns, que estavam sendo comercializados com carapaças inferiores a 7 cm, aplicada multa de R$ 720 a um comerciante reincidente no crime, além da lavratura de 16 advertências. Todos os crustáceos apreendidos foram devolvidos ao habitat natural: manguezais (caranguejos) e apicum (guaiamum).
A ação faz parte da Operação Verão, que envolve atividades de combate às infrações e crimes ambientais, atividades educativas, além de orientações e informações sobre o período de defeso do caranguejo-uçá. Nesta primeira fase, as ações foram realizadas nos municípios de Ipojuca, Rio Formoso, Sirinhaém, Tamandaré, (Litoral Sul) e Goiana, na Região Metropolitana do Recife (RMR). A fiscalização, articulada pela CPRH, foi coordenada pela Coordenação de Fiscalização Ambiental da Agência, e realizada em parceria com a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), a Delegacia de Meio Ambiente (Depoma), o Complexo Portuário Industrial de Suape, e equipes das prefeituras onde ocorreram as fiscalizações.
Este ano, o período do defeso do caranguejo-uçá ocorre em quatro etapas: 14 a 19 de janeiro; 29 de janeiro a 3 de fevereiro; 28 de fevereiro a 5 de março e 29 de março a 3 de abril. Nesses períodos, conforme determinações da Portaria nº 325 da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que proíbe a captura, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a comercialização do caranguejo-uçá.
Além de Pernambuco, a proibição se estende pelos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia, durante a “andada”, correspondente aos períodos de lua cheia. No momento da “andada”, os caranguejos machos e fêmeas saem de suas galerias (tocas) e “andam” pelo manguezal para acasalamento e liberação dos ovos.

Núcleo de Comunicação Social e Educação Ambiental/NCSEA
Franci Palhano – 99127 0179
Josie Marja – 99940 2660

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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