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Mata da Pimenteira mais próxima de se tornar centro de visitação nacional

3 min. de leitura

Ana Luiza Ferreira visitou a região que está inclusa no Programa de Parques do BNDES 

A Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha (Semas-PE) está acompanhando de perto todo o andamento do processo que vai tornar a nossa Mata da Pimenteira, no município de Serra Talhada, Sertão do Pajeú, um centro de visitação nacional.

O projeto está incluso no Programa de Parques do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A ideia é atrair investimentos para o aumento do potencial turístico da unidade de conservação.

A secretária da Semas-PE, Ana Luiza Ferreira, esteve esta semana no parque estadual para visitar essa unidade de conservação do bioma da caatinga.

Os investimentos no Parque da Pimenteira prevê melhorias como a modernização dos mirantes e das trilhas para caminhadas, além da criação de novos atrativos.

A visita de Ana Luiza Ferreira foi acompanhada pelo reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Marcelo Carneiro Leão, e pela diretora de Biodiversidade e Universidades de Conservação da Agência Estadual de Meio Ambiente CPRH, Terezinha Uchôa.

Uma das unidades acadêmicas da UFRPE fica ao lado do parque estadual, onde alunos e professores desenvolvem pesquisas e projetos de conservação da área.

Para Pernambuco, a criação de um centro nacional de visitação é super importante. Esse tipo de iniciativa tem como um dos principais objetivos proteger e preservar o ecossistema através de ações de educação ambiental.

Localizado no Vale do Pajeú e inserido nos limites da Fazenda Saco, propriedade do Instituto de Pesquisas Agronômicas (IPA), o Parque Estadual Mata da Pimenteira tem uma área total de 887 hectares e é a primeira unidade de conservação do estado de Pernambuco dedicada à proteção da caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro.

Todo o parque tem como objetivo principal a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, da recreação em contato com a natureza e de ecoturismo.

Além de proteger as espécies endêmicas, esse tipo de iniciativa visa reconhecer e proteger as espécies raras ameaçadas de extinção ocorrentes na área e nos remanescentes florestais da região.

O programa do BNDES ainda pretende apoiar o desenvolvimento sustentável, respeitando a capacidade de suporte ambiental da caatinga, potencializando as vocações naturais, culturais, artísticas, históricas e ecoturísticas da região.


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