Como nova etapa do Projeto ARCA (Áreas Protegidas da Caatinga), a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) divulga as salvaguardas socioambientais do projeto em comunidades localizadas no entorno das Unidades de Conservação (UC) contempladas em Pernambuco. As salvaguardas tratam das medidas que garantem a defesa, a preservação e a proteção, visando minimizar riscos e impactos das atividades sobre as áreas envolvidas no projeto. Para quem desejar baixar as salvaguardas, basta acessar os QR Code disponíveis abaixo ou consultar a versão impressa nos escritórios locais das UCs.
A divulgação inicial ocorreu no Assentamento Laginha, em Serra Talhada, na zona de amortecimento do Parque Estadual Mata da Pimenteira; e na Comunidade de São Gonçalo, em Floresta, no entorno da Estação Ecológica Serra da Canoa. As duas atividades que baseiam a divulgação das salvaguardas foram realizadas nos dias 16 e 17 de agosto. As salvaguardas são compostas por três documentos: Diretrizes de Gestão Ambiental e Social, Diretrizes de Processos e Marcos de Planejamento para Povos Indígenas e Tradicionais; Plano de Engajamento das Partes Interessadas; e Plano de Ação de Gênero.
O projeto ARCA é uma iniciativa internacional voltada para a preservação da biodiversidade, que utiliza recursos do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF), implementado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF-US) e executado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). A coordenação técnica é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e, em Pernambuco, tem parceria com a CPRH, que é responsável pela gestão das UCs estaduais, prezando pela proteção da Caatinga com qualidade de vida e promovendo o diálogo com as populações.
