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CPRH participa de exercício simulado de emergência no Porto de Suape

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Representantes da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) participaram nesta quarta-feira, 23, do exercício simulado anual de emergência do Porto de Suape, no município de Ipojuca, Região Metropolitana do Recife. O evento, que ocorreu na Torre de Controle e em um trecho do atracadouro, serviu para testar os procedimentos operacionais em caso de incidente de poluição por óleo em águas sob jurisdição nacional.

Durante a simulação, os agentes ambientais da CPRH puderam analisar as ações de resposta aos incidentes e também contribuir com sugestões para melhorias. O Plano de Emergência Individual (PEI) do Porto de Suape, coordenado pela CPRH, é uma exigência Legal para o licenciamento do porto, conforme previsto na Lei Federal Nº 9.966/2000.

“A gente analisa os planos de emergência individual, participa dos simulados, e acompanha a guarda desses equipamentos. Participamos desses simulados como se fôssemos auditores. Nós vemos se todas as ações estão no plano e analisamos se houve alguma falha, se o plano precisa de alguma melhoria e se o tempo de resposta está adequado”, explicou Maria do Carmo Tavares, química industrial da CPRH.

A simulação usou como cenário o encalhe de uma embarcação e poluição marinha. Na resposta à emergência, foram empregados embarcações, barreiras de contenção, mantas absorventes, recolhedores e tanques flutuantes, além de pessoal devidamente treinado da empresa contratada para o serviço de prontidão ambiental. O treinamento também contou com a presença de representantes do Ibama, Agência Nacional de Transportes Aquaviários – Antaq, e Defesa Civil de Ipojuca.

Como órgão ambiental do estado, a CPRH deve ser informada imediatamente em caso de incidentes; e as ações de resposta só podem ser encerradas após análise e autorização do órgão.

A CPRH é coordenadora do plano de emergência de área do complexo portuário de Suape, então a gente analisa os planos de emergência individual, participa dos simulados, e acompanha a guarda desses equipamentos. A gente faz as vistorias pra saber se esses equipamentos estão nos locais corretos.
A gente participa desses simulados como se fossemos auditores, como avaliadores. A gente vê todas as ações que estão no plano. E ai a gente analisa se houve alguma falha, se o plano precisa de alguma melhoria, se o tempo de resposta está adequado. Maria do Carmo Tavares  – Química Industrial da CPRH.


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