Propostas de criação de Unidades de Conservação
Consultas Públicas das Novas Unidades de Conservação no Semiárido Pernambucano
Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra da Seriema
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra da Seriema
A Serra da Seriema está localizada entre os municípios de Santa Cruz, Parnamirim e Santa Maria da Boa Vista, na Mesorregião do São Francisco Pernambucano, e abrange uma área de 3.033,02 hectares hectares no bioma Caatinga.
A área está inserida em um setor predominantemente rural, associado à manutenção de remanescentes de vegetação de Caatinga. As principais ameaças identificadas na região incluem o desmatamento, as queimadas para a abertura de áreas agropecuárias, a extração de madeira para a produção de carvão, a caça predatória e a especulação imobiliária, que exercem pressão crescente sobre o território.
O contexto regional é agravado pela sensibilidade à desertificação, classificada entre moderada e severa nos municípios abrangidos, tornando a conservação desta área estratégica para a manutenção dos serviços ecossistêmicos e da segurança hídrica e alimentar das populações locais.
A proposta de criação da APA Serra da Seriema é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, das práticas agroecológicas e do uso sustentável da sociobiodiversidade, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
Consultas Públicas
Município: Santa Cruz
Data: 11/06/26
Horário: 08h às 12h
Local: Casa Paroquial, em Poço Dantas
Município: Santa Maria da Boa Vista
Data: 15/06/26
Horário: 09h às 13h
Local: Igreja Católica do Sítio Salinas (zona rural)
Município: Parnamirim
Data: 18/06/26
Horário: 08h às 12h
Local: Riso Casa de Festas,
Endereço: Rua Prof.ª Maria Ineide Lima Carvalho, n.º 03, Centro.
Proposta de criação da UC
Para conhecer a proposta de criação da APA Serra da Seriema
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Para conhecer mais sobre o projeto de elaboração de propostas para criação de seis Unidades de Conservação no bioma Caatinga
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Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra do Almirante
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra do Almirante
A Serra do Almirante está localizada no município de Orocó, no Sertão do São Francisco Pernambucano, e abrange uma área de aproximadamente 749 hectares no bioma Caatinga.
A região se destaca pela elevada biodiversidade, com espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, remanescentes conservados de Caatinga em uma área de alta vulnerabilidade à desertificação, sítio arqueológico pré-colonial, afloramentos rochosos de valor cênico e riachos que integram a bacia do Rio Brígida, sub-bacia do Rio São Francisco – patrimônios naturais e culturais que pertencem a toda a sociedade pernambucana.
A Serra do Almirante é uma formação serrana de elevada relevância ecológica, geoambiental, social e cultural no bioma Caatinga, situada na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja, no município de Orocó, na Mesorregião do São Francisco Pernambucano.
Vizinha ao município de Cabrobó – um dos núcleos de desertificação mais consolidados do Nordeste -, a serra funciona como um refúgio natural estratégico. Sua vegetação combina Caatinga arbustiva-arbórea com afloramentos rochosos e vegetação rupestre, configurando uma área de exceção na paisagem do semiárido. A rede de drenagem integra a bacia do Rio Brígida, sub-bacia do Rio São Francisco, com riachos e açudes que sustentam a fauna, a flora e as atividades das comunidades do entorno.
Entre os atrativos naturais e culturais do território destacam-se os açudes da Vista Alegre e das Cacimbas, o Riacho da Santa Rosa, formações como a Pedra do Sol e a Furna da Onça, além de um sítio arqueológico pré-colonial denominado Sítio Lagoa – roça de Antônio Raimundo, com registros rupestres protegidos pela legislação federal.
A proposta de criação da APA Serra do Almirante é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o ordenamento do uso do solo, o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, da produção de mel e derivados, das práticas agroecológicas e do uso sustentável da sociobiodiversidade, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
Consulta Pública
Município: Orocó
Data: 10/06/2026
Horário: 08h às 12h
Local: Paróquia São Sebastião
Endereço: Av. Prefeito Ulisses de Novais Bione, n.º 73, Centro
Proposta de criação da UC
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Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra Comprida
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra Comprida
A área proposta para a APA Serra Comprida abrange 1.725,05 hectares e está localizada integralmente em São José do Belmonte, em uma região rural marcada pela presença de remanescentes de Caatinga, riachos intermitentes, relevos residuais e sítios arqueológicos no entorno. A delimitação sugerida foi ajustada a partir da escuta ativa dos atores locais, buscando compatibilizar os estudos técnicos com o conhecimento do território.
A Serra Comprida se destaca por sua relevância ecológica, geoambiental, social e cultural. Inserida no semiárido pernambucano, a área reúne atributos importantes para a conservação da biodiversidade, da paisagem e dos recursos hídricos, além de apresentar forte vínculo com os modos de vida, práticas produtivas e referências culturais das comunidades do entorno.
A proposta de criação da APA Serra Comprida é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, das práticas agroecológicas e do uso sustentável da sociobiodiversidade, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
A escolha dessa categoria considera a presença de propriedades privadas e assentamentos no território e busca conciliar proteção ambiental, permanência das comunidades e manutenção de usos sustentáveis.
A proposta da APA Serra Comprida tem como objetivo proteger os remanescentes de Caatinga e sua biodiversidade, os recursos hídricos e o patrimônio natural e cultural da região, além de orientar o uso e ocupação do solo para conter processos de degradação e desertificação. Entre as ações associadas à futura unidade estão manejo, fiscalização, prevenção de incêndios, recuperação ambiental, incentivo à pesquisa, educação ambiental e fortalecimento da participação comunitária.
Consulta Pública
Município: São José do Belmonte
Data: 12 de maio de 2026 (terça-feira)
Horário: 8h às 12h
Local: Quadra da Escola Napoleão Araújo, Distrito de Bom Nome
Faça sua manifestação, contribuição através deste e-mail:
consultapublica.serracomprida@semas.pe.gov.br
Proposta de criação da UC
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Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra do Carro Quebrado
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra do Carro Quebrado
A Serra do Carro Quebrado está localizada entre os municípios de Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, e abrange uma área de 962,1 hectares no bioma Caatinga.
A região se destaca pela elevada biodiversidade, com espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, remanescentes raros de Caatinga com fisionomia de savana estépica, entremeadas por áreas de mata ciliar e brejo de altitude, riachos intermitentes, cachoeiras sazonais, formações rochosas de grande valor cênico e vestígios arqueológicos da tradição Tupiguarani — patrimônios naturais e culturais que pertencem a toda a sociedade pernambucana.
A proposta de criação da APA Serra do Carro Quebrado é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, das práticas agroecológicas e do uso sustentável da sociobiodiversidade, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
A Serra do Carro Quebrado é uma formação serrana de elevada relevância ecológica, geoambiental, social e cultural, situada no Planalto da Borborema, entre os municípios de Triunfo (69% da área), Santa Cruz da Baixa Verde (16%) e Calumbi (15%), na Mesorregião do Sertão Pernambucano.
Inserida na Bacia do Rio Pajeú, a serra funciona como refúgio natural no semiárido, mantendo condições de maior umidade nas porções mais altas. Sua vegetação é composta por Caatinga arbustiva-arbórea predominante, com trechos de mata ciliar ao longo dos cursos d’água e áreas de brejo de altitude, configurando uma zona de transição ecológica de grande importância para a biodiversidade regional.
A área abriga nascentes e pequenos cursos d’água de regime temporário, que formam corredeiras e cachoeiras sazonais — atrativos naturais de expressivo valor cênico, como a Cachoeira do Pinga, a Cachoeira do Grito e o Poço da Laje.
Consultas Públicas
Município: Santa Cruz da Baixa Verde
Data: 19 de maio de 2026 (terça-feira)
Horário: 8h às 12h
Local: Centro de Arte e Cultura Vereador Eduardo Ferreira
Endereço: Rua Henrique de Lima
Município: Triunfo
Data: 20 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário: 8h às 12h
Local: Auditório da Prefeitura
Endereço: Avenida José Veríssimo dos Santos
Município: Calumbi
Data: 21 de maio de 2026 (quinta-feira)
Horário: 8h às 12h
Local: Câmara dos Vereadores
Endereço: Rua Elizeu de Melo Lima Neto, 10, Centro, Calumbi, CEP 56930-000
Proposta de criação da UC
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Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra da Matinha
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra da Matinha
A Serra da Matinha está localizada entre os municípios de Carnaíba e Quixaba, no Sertão do Pajeú, e abrange uma área de 1.828,87 hectares de Caatinga preservada.
A região se destaca pela rica biodiversidade, com espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, formações rochosas de grande beleza cênica, nascentes, riachos, pinturas rupestres e sítios arqueológicos protegidos por lei federal — patrimônios naturais e culturais que pertencem a toda a sociedade pernambucana.
A proposta de criação da APA Serra da Matinha é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso sustentável do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, das práticas agroecológicas e do uso sustentável da sociobiodiversidade, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
Consultas Públicas
Município: Carnaíba – PE
Local do evento: Associação dos Servidores Municipais de Carnaíba
Endereço: Carnaíba
Data: 13/05/2026
Horário: 08h às 12h
Município: Quixaba – PE
Local do evento: Centro de Eventos de Quixaba
Endereço: Avenida São Sebastião, 680 – Centro, Quixaba – PE
Data: 15/05/2026
Horário: 08h às 12h
Faça sua manifestação, contribuição através deste e-mail
consultapublica.serradamatinha@semas.pe.gov.br
Proposta de criação da UC
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Consulta Pública para a Criação da Unidade de Conservação APA Serra Verde
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), está conduzindo o processo de criação de seis novas Unidades de Conservação (UCs) em regiões estratégicas do semiárido pernambucano.
A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 29/2023, firmado entre a Semas-PE e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a interveniência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio do Projeto GEF Terrestre – Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal.
As áreas em estudo totalizam cerca de 14.667 hectares distribuídos por 11 municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central, Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco. Todas foram selecionadas por sua relevância ambiental, beleza cênica e potencial ecológico:
1 – Serra da Seriema – Parnamirim, Santa Cruz e Santa Maria da Boa Vista
2 – Serra do Almirante – Orocó
3 – Serra Comprida – São José do Belmonte
4 – Serra do Carro Quebrado – Triunfo, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde
5 – Serra da Matinha – Carnaíba e Quixaba
6 – Serra Verde – Serra Talhada e São José do Belmonte
A Serra Verde
A Serra Verde está localizada entre os municípios de Serra Talhada e São José do Belmonte, no Sertão do Pajeú, e abrange uma área de 7.119,82 hectares no bioma Caatinga. É uma formação serrana de elevada relevância ecológica, geoambiental, social e cultural, situada na Região de Desenvolvimento do Pajeú, no Sertão Central de Pernambuco. A área proposta abrange os municípios de Serra Talhada (68,5%) e São José do Belmonte (31,5%).
Geologicamente inserida na Província Borborema, a serra destaca-se por um complexo relevo montanhoso que contrasta com as superfícies aplainadas do entorno. Nas porções mais elevadas, o fator orográfico propicia a formação de microclima com maior umidade, gerando áreas de exceção ecológica que sustentam uma biodiversidade muito acima da média regional. Essa complexidade reflete-se nas distintas fisionomias da vegetação de Caatinga e na diversidade de solos, com presença de remanescentes raros de Caatinga arbórea.
A área abriga as cabeceiras dos Riachos Belém e Campina, além de nascentes que abastecem comunidades do entorno — recursos hídricos estratégicos em um contexto de alta suscetibilidade à desertificação. Entre os atrativos naturais e culturais destacam-se formações rochosas singulares como matacões, blocos graníticos e a Gruta Pedra de Dé Araújo; o Sítio Arqueológico Pedra do Camaleão, em São José do Belmonte, com pinturas rupestres pré-históricas sobre matacão granítico; e a Pedra de Lampião, de forte apelo histórico e simbólico. A região é também palco da tradicional Cavalgada à Pedra do Reino, patrimônio cultural imaterial do estado de Pernambuco.
A sua localização a cerca de 50 km do Parque Estadual Mata da Pimenteira cria potencial estratégico para a formação de um corredor ecológico na Bacia do Pajeú, ampliando a resiliência dos ecossistemas regionais frente às mudanças climáticas.
A proposta de criação da APA Serra Verde é uma categoria de uso sustentável, o que significa que a Unidade de Conservação é compatível com a permanência das comunidades locais e com as práticas tradicionais de uso do território. Sua criação não implica desapropriações e abre caminho para o fortalecimento do turismo de base comunitária, do ecoturismo, do extrativismo do coco-catolé e do umbu, das práticas agroecológicas e da produção de mel e seus derivados, gerando oportunidades de desenvolvimento para as populações do entorno.
Consultas Públicas
Município: Serra Talhada
Data: 16 de junho de 2026
Horário: 8:30 às 12:30
Local: Escola Municipal Barão do Pajeú
Endereço: Rua Izidorio Conrado, s/n, Distrito de Bernardo Vieira
Município: São José do Belmonte
Data: 17 de junho de 2026
Horário: 8:30 às 12:30
Local: Escola Municipal José Mariano de Moura
Endereço: Travessa Mariano Barbosa, Distrito do Carmo
Proposta de criação da UC
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Consulta Pública para Criação da Unidade de Conservação do Engenho Morim
Estudos Socioambientais Para Elaboração de Proposta de Criação da Unidade de Conservação do Engenho Morim.
Consulta Pública para Criação da Reserva Extrativista (RESEX) Rio Formoso
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realizam consulta pública para debater a criação da primeira Reserva Extrativista do estado. A partir de uma demanda da comunidade pesqueira do litoral sul pernambucano, iremos debater a criação da Reserva Extrativista (Resex) do Rio Formoso, que abrange os municípios de Sirinhaém, Rio Formoso e Tamandaré.
Por isso, convocamos a comunidade local, pescadores, órgãos públicos, iniciativa privada, ONG`s, pesquisadores e demais interessados, para participarem da consulta pública marcada para o próximo dia 23 de agosto, às 9h30, no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (CEPENE), em Tamandaré.
Lembramos que uma Reserva Extrativista é um espaço territorial que objetiva proteger as características de vida e culturais de populações tradicionais que vivem do extrativismo, sem deixar de garantir a sustentabilidade na utilização dos recursos naturais. A área onde será demarcada a Resex do Rio Formoso é composta por 2.243,39 hectares de manguezal, numa localidade onde 2.355 pessoas vivem da pesca artesanal.
As sugestões recebidas durante a consulta pública vão ajudar na complementação da proposta técnica de criação da Reserva Extrativista do Rio Formoso que, em seguida, será levada à aprovação do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema/ PE).
Para conhecer a Proposta Técnica de Criação da Reserva Extrativista (RESEX) Rio Formoso, CLIQUE AQUI
Consultas Públicas da Unidade de Conservação Bacia do Capibaribe
Estudos Preliminares da áreas propostas para criação de UCs
Mapas Preliminares dos Corredores Ecológicos
Elaboração de Estudos Ambientais, Socioeconômicos e Mapeamento de Áreas Prioritárias para Criação de Unidades de Conservação e Corredores Ecológicos na Bacia do Rio Capibaribe
A Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH está supervisionando as atividades da empresa de consultoria Ambiental Consulting, que em consórcio com a EcoGeo, foi contratada para a elaboração de estudos ambientais, socioeconômicos e mapeamento de áreas para criação de Unidades de Conservação e Corredores Ecológicos na Bacia do Rio Capibaribe.
Estes estudos fazem parte do Projeto de Sustentabilidade Hídrica de Pernambuco – PSHPE, projeto do Governo do Estado, em parte financiado pelo Banco Mundial – BIRD, com execução através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Pernambuco – SDEC / Secretaria Executiva de Recursos Hídricos – SERH e da Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA.
Os serviços contratados têm como objetivo propor a criação de Unidades de Conservação e de Corredores Ecológicos visando à proteção e/ou interligação dos principais fragmentos florestais dos biomas Caatinga e Mata Atlântica na Bacia Hidrográfica do Rio Capibaribe e conservação dos recursos hídricos, solo e biodiversidade ali existentes.
Disponibilizamos o Plano de Trabalho da empresa contratada, onde é possível consultar o cronograma e metodologia das atividades desenvolvidas e previstas durante os estudos, bem como os produtos já desenvolvidos pela empresa.
- Produto 1 – Diagnóstico prévio da Bacia do Capibaribe apresentando as áreas potenciais para criação de UCs e de Corredores Ecológicos.
Baixar - Produto 2 – Relatório com os critérios de seleção das áreas propostas, com lista hierarquizada, para criação das Unidades e Conservação e os Corredores ecológicos, contendo o Mapeamento dos Atores Institucionais/Sociais.
Baixar - Produto 3 – Relatório das Oficinas Participativas e relação espacial e hierarquizada das áreas definidas para aprofundamento dos estudos para a criação das Unidades de Conservação e Corredores Ecológicos
Baixar - Produto 4 – Diagnóstico e proposta de criação de Unidades de Conservação (final)
Baixar - Produto 5 – Diagnóstico das situações ambientais das áreas selecionadas para o estudo dos Corredores Ecológicos e Proposta de delimitação dos corredores selecionados
Baixar - Produto 6 – Relatório das Consultas Públicas para a criação das Unidades de Conservação e Corredores Ecológicos na bacia do Capibaribe
Baixar - Produto 7 – Proposta Consolidada para Unidade de Conservação
Baixar - Cronograma previsto de entrega de produtos (Obs. possíveis alterações podem ocorrer)
Baixar
Vistas panorâmicas de algumas áreas prioritárias indicadas pelo estudo
- Figura 1. Vista geral da encosta do brejo de altitude de Taquaritinga do Norte a partir da rampa do Pepê. Autor – Gustavo Accacio.
Baixar - Figura 2. Borda oposta da Mata de Ronda, no assentamento Chico Mendes, Pombos. Autor – Gustavo Accacio.
Baixar - Figura 3. Vista geral da Serra de Bengala, Distrito de Bengalas, Passira. Autor – Gustavo Accacio.
Baixar
Consulta Pública para criação de Unidade de Conservação no Engenho Ilha
Proposta para criação de Unidade de Conservação no Engenho Ilha